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	<title>Lux Historical Consulting</title>
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	<description>A Lux Historical Consulting é uma empresa de consultoria histórica e produção de conteúdos que trabalha nas áreas da genealogia, património empresarial e turismo.</description>
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		<title>A minha família dava um filme</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2015 19:40:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[lux]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; A Lux &#8211; Historical Consulting, em parceria com a Faço Filmes, apresenta-lhe mais um serviço na área da genealogia: um filme-documentário sobre a sua genealogia e a história da sua família. Viva a emoção de ver a sua genealogia transposta para o ecrã, num documento fílmico que, com grande apuramento estético, reúna, por um lado, os <a class="more-link" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/a-minha-familia-dava-um-filme/">Read More ...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/10/article-1328161-08C254C0000005DC-144_468x3551.jpg"><img class="aligncenter wp-image-441 size-full" src="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/10/article-1328161-08C254C0000005DC-144_468x3551.jpg" alt="article-1328161-08C254C0000005DC-144_468x355[1]" width="468" height="355" /></a></p>
<p>A Lux &#8211; Historical Consulting, em parceria com a <a title="Faço Filmes" href="https://www.facebook.com/facofilmes?fref=ts" target="_blank">Faço Filmes</a>, apresenta-lhe mais um serviço na área da genealogia: um <a title="Turismo Genealógico" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/servicos/na-luz-da-intemporalidade/turismo-genealogico-2/" target="_blank">filme-documentário</a> sobre a sua genealogia e a história da sua família. Viva a emoção de ver a sua genealogia transposta para o ecrã, num documento fílmico que, com grande apuramento estético, reúna, por um lado, os sons característicos das terras e paisagens dos seus longínquos antepassados, bem como imagens das velhas pias baptismais e dos altares das igrejas onde os mesmos foram ungidos e casaram; e, por outro, relatos sobre episódios da história da família feitos pelos  seus pais, ou avós ou tios, permitindo assim que os seus futuros descendentes conheçam os rostos e a expressão viva daqueles, que não ficarão perdidos no esquecimento.</p>
<p>Viva intensamente a sua genealogia, celebre a vida dos seus ascendentes e de seus sucessores e partilhe com familiares e amigos a história do ramo da árvore da vida a que pertence!</p>
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		<title>O mais novo trabalho da Lux</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2015 21:24:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sempre ao serviço da memória colectiva de corporações, a Lux Historical Consulting inaugurou no dia 4 de Setembro o seu mais novo trabalho. Aceitando de braços abertos o desafio colocado pela associação Teia D&#8217;Impulsos de narrar o seu percurso e os projectos concretizados até ao momento, a Lux compôs uma exposição que estará patente até ao próximo <a class="more-link" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/o-mais-novo-trabalho-da-lux/">Read More ...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/09/20150904_190312.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-419" src="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/09/20150904_190312-300x169.jpg" alt="20150904_190312" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Sempre ao serviço da memória colectiva de corporações, a Lux Historical Consulting inaugurou no dia 4 de Setembro o seu mais novo trabalho. Aceitando de braços abertos o desafio colocado pela associação Teia D&#8217;Impulsos de narrar o seu percurso e os projectos concretizados até ao momento, a Lux compôs uma exposição que estará patente até ao próximo dia 11 de Outubro no edifício da Antiga Lota de Portimão, integrada no programa da Rota do Petisco.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/09/20150904_1903191.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-424" src="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/09/20150904_1903191-215x300.jpg" alt="20150904_190319" width="215" height="300" /></a></p>
<p>A<a title="Teia D'Impulsos" href="http://www.teiadimpulsos.pt/" target="_blank"> Teia D&#8217;Impulsos</a> é uma associação sem fins lucrativos que nasceu em Portimão há cinco atrás e que conta com um já vasto currículo constituído por vários projectos de cariz social, cultural e desportivo. Um desses projectos, que acompanhou o percurso da associação desde o seu primeiro momento, é a <a title="Rota do Petisco" href="http://rotadopetisco.com/" target="_blank">Rota do Petisco</a>. Evento gastronómico a viver a sua quinta edição, a Rota do Petisco 2015 envolve um total de 170 estabelecimentos de restauração distribuídos pelos concelhos de Portimão, Lagoa, Monchique e Silves. Até ao dia 11 de Outubro, esta iniciativa promete pôr o Algarve a petiscar. E a Lux não podia ficar de fora.</p>
<p><a href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/09/Banner-10_-940-px-x-385-px.png"><img class=" size-medium wp-image-421 aligncenter" src="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/09/Banner-10_-940-px-x-385-px-300x123.png" alt="Banner 10_ 940 px x 385 px" width="300" height="123" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brand, Arquétipos e a História (parte I)</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 18:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[lux]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Arquétipos]]></category>
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		<category><![CDATA[Consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Inconsciente]]></category>

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		<description><![CDATA[As marcas estão cada vez mais conscientes de que os consumidores actuais já não são tão crédulos e maleáveis como outrora, nem esperam ajustar-se a ditames convencionais ou submergir-se nos grandes formatos anónimos. Progressivamente mais informados, mais atentos e mais discordantes de excessos publicitários, os compradores de hoje têm a realização individual como referência, buscando significado, pelo <a class="more-link" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/brand-arquetipos-e-a-historia-parte-i/">Read More ...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/06/cappella-sistina-211.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-315" src="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/06/cappella-sistina-211-300x140.jpg" alt="cappella-sistina-21[1]" width="300" height="140" /></a></p>
<p>As marcas estão cada vez mais conscientes de que os consumidores actuais já não são tão crédulos e maleáveis como outrora, nem esperam ajustar-se a ditames convencionais ou submergir-se nos grandes formatos anónimos. Progressivamente mais informados, mais atentos e mais discordantes de excessos publicitários, os compradores de hoje têm a realização individual como referência, buscando significado, pelo que, de modo mais ou menos consciente, procuram compreender o que sentem, pensam e desejam, ou seja, conhecer a sua identidade.</p>
<p>Apercebendo-se desta tendência, marcas de sucesso e duradouras comunicam os seus produtos revestindo-os de uma identidade arquetípica, que opera directamente na matriz profunda e inconsciente do consumidor, despertando-lhe um sentido de identificação e significado.</p>
<p>Foi precisamente C.G. Jung que esclareceu a sociedade de como a realidade arquetípica repousa no inconsciente colectivo, devendo ser consciencializada: <em>&#8221; O arquétipo representa essencialmente um conteúdo inconsciente, o qual se modifica através da sua consciencialização e percepção, assumindo matizes que variam de acordo com a consciência individual na qual se manifesta&#8221;</em>.</p>
<p>Retratados em mitos e contos, e constituindo imagens universais a toda a Humanidade desde as época mais remotas, os arquétipos são observados por antropólogos e outros estudiosos como expressões do drama existencial do ser humano, podendo de alguma forma enquadrar-se no impulso que move o homem a compreender o seu significado no grande mistério do universo.</p>
<p style="text-align: right;">(continua&#8230;)</p>
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		<title>A Herança</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 13:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[lux]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem foram os seus bisavós? Sabe? Possivelmente já não os conheceu em vida mas talvez ainda tenha ouvido algumas histórias dispersas sobre uma aventura, uma fatalidade ou um episódio que arranca gargalhadas há gerações. São pequenas histórias que mantêm vivos no presente os entes do passado. Em suma, fazem parte do património familiar, tal como <a class="more-link" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/a-heranca/">Read More ...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="JUSTIFY"><a href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/06/Família-3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-305" src="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/06/Família-3.jpg" alt="Família 3" width="266" height="189" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">Quem foram os seus bisavós? Sabe? Possivelmente já não os conheceu em vida mas talvez ainda tenha ouvido algumas histórias dispersas sobre uma aventura, uma fatalidade ou um episódio que arranca gargalhadas há gerações. São pequenas histórias que mantêm vivos no presente os entes do passado. Em suma, fazem parte do património familiar, tal como aquela velha arca na sala de estar do avô ou aquele anel que já adornou tão diferentes mãos. Se o património material é passado de pais para filhos, preenchendo quotidianos e insistindo em não ser esquecido, o que fazemos ao património que não se vê, nem se toca? O que fazemos às tais histórias de família, a esses farrapos de memória dependentes de quem os conta e de quem os ouve?</p>
<p align="JUSTIFY">Todos sabemos que alturas houve em que os serões à lareira (e que imagem idílica essa&#8230;) eram cenário privilegiado para a partilha de histórias. Eu lembro-me da lareira a crepitar, marcando o ritmo da voz da minha avó enquanto contava como o pai fora atacado por um lobo na serra quando era gaiato, histórias que antecediam a recitação do terço, durante o qual, invariavelmente, o sono chegava e as avé-marias eram trocadas por roncos. É uma memória minha mas, decerto, com paralelo nas memórias de muitos dos que hoje lêem este texto, mas com outra avô, outro gaiato e outros roncos.</p>
<p align="JUSTIFY">Momentos raros nos dias de hoje, é certo. O espaço para a partilha das histórias da família torna-se cada vez mais exíguo. É verdade que partilhamos muito, mas outras coisas e com outros. As redes sociais não substituíram a lareira, até porque a tecnologia tornou-se, muitas vezes, numa barreira geracional (excepção seja feita às avós-cibernautas, que muito saudamos pela frescura de espírito). Perder essas histórias, deixá-las cair no esquecimento, é fragilizar irremediavelmente a identidade familiar, é deixar escapar muito daquilo que somos, de um património genético que não nos corre nas veias mas que flui de boca em boca.</p>
<p align="JUSTIFY">Por isso, fique atento: há uma herança de valor inestimável em vias de desaparecer. Não espere mais tempo e preserve-a, recorde-a, partilhe-a. Caso contrário, amanhã estará mais pobre.</p>
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		<title>Sociedade da Água de Luso: História e Inovação</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 14:49:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[lux]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[Luso]]></category>
		<category><![CDATA[núcleo museológico]]></category>
		<category><![CDATA[storytelling]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem não conhece a água Luso? Quantas já não foram as pessoas que passaram uma temporada nas Termas de Luso, onde, rodeados pela luxuriante e perfumada Serra do Buçaco, repousaram o corpo e a mente, alcançando mais harmonia e rejuvenescimento? Com mais de 160 anos de história, a Sociedade da Água de Luso sabe cada vez melhor, no <a class="more-link" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/sociedade-da-agua-de-luso-historia-e-inovacao/">Read More ...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não conhece a água Luso? Quantas já não foram as pessoas que passaram uma temporada nas Termas de Luso, onde, rodeados pela luxuriante e perfumada Serra do Buçaco, repousaram o corpo e a mente, alcançando mais harmonia e rejuvenescimento?</p>
<p>Com mais de 160 anos de história, a <a title="Sociedade da Água de Luso" href="http://www.sociedadeagualuso.pt/pt/sobre-nos.aspx" target="_blank">Sociedade da Água de Luso</a> sabe cada vez melhor, no mundo competitivo em que vivemos, dar-se a conhecer aos consumidores e a criar neles mais empatia, fazendo-o de modo simples: a par de produzir inovação, valoriza a sua história, contando-a e expondo-a ao público. No seu site, começa logo por nos entreabrir o apetite pelo seu passado, ao providenciar uma cronologia dos principais marcos da Água de Luso, chegando até ao longínquo ano de 1726, altura em que o Dr. Francisco da Fonseca Henriques publicou o <em>Arquilégio Medicinal</em>, onde menciona um &#8220;olho de agoa quente, a que chamao o Banho&#8221; na Vila de Luso, descrevendo tal água como terapêutica. Mas é no Núcleo Museológico da empresa, situado no belo edifício do Casino do Luso, que nos começamos a sentir saciados quanto ao conhecimento do seu passado, ficando a nossa atenção presa à documentação que relata a evolução da Sociedade Água de Luso, às antigas peças usadas nas Fábricas Luso e Cruzeiro e à mostra do património histórico das Termas, tão procuradas.</p>
<p>A Sociedade Água de Luso é uma empresa de visão, que preserva a memória e a transmite ao mundo, sabendo o quanto isso fortalece a marca.</p>
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		<title>Fabricar História</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2015 16:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[lux]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A História como ferramenta de gestão para organizações empresariais. Teimosamente, esta ideia nunca saiu da mente de Bruce Weindruch. Em 1979, junto com Tom West, levou-o à criação do Informative Design Group, Inc., inicialmente vocacionado à concepção de exposições e eventos comemorativos de empresas. O grupo cresceu e alargou os seus objectivos e público. Hoje afirma-se como <a class="more-link" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/fabricar-historia/">Read More ...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/05/logo-large.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-287" src="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/05/logo-large-300x274.jpg" alt="logo-large" width="300" height="274" /></a></p>
<p>A História como ferramenta de gestão para organizações empresariais. Teimosamente, esta ideia nunca saiu da mente de Bruce Weindruch. Em 1979, junto com Tom West, levou-o à criação do Informative Design Group, Inc., inicialmente vocacionado à concepção de exposições e eventos comemorativos de empresas. O grupo cresceu e alargou os seus objectivos e público. Hoje afirma-se como pioneira nos Estados Unidos da América em gestão de património empresarial. O nome mudou para <a title="The History Factory" href="http://www.historyfactory.com/" target="_blank">The History Factory</a> mas o objectivo de aplicar a História ao universo empresarial continua vivo e de boa saúde.</p>
<p>The History Factory é um bom exemplo de como a História pode ter sucesso bem além da academia. Porquê? Porque o passado, a memória e o património são elementos basilares na criação de identidade. E se tal se aplica a povos e indivíduos, a cidades e nações, também não é, nem deve ser, uma ideia estranha ao mundo dos negócios. A valorização do passado da empresa, da sua memória colectiva, é a chave para a criação de uma marca que é única e como tal reconhecida por clientes, colaboradores e parceiros.</p>
<p>Historiadores, designers, arquivistas, formadores, editores, profissionais do áudio-visual reúnem hoje diferentes experiências e sensibilidades na The History Factory, com o objectivo comum de preservar e comunicar o património e a memória colectiva de empresas e organizações. O reconhecimento desse trabalho é atestado pelos seus clientes: Adobe Systems, Microsoft Corporation, Subaru, Shell, Whirlpool ou West Union são apenas alguns dos nomes com quem a empresa já trabalhou. E estes falam por si.</p>
<p>Da concepção de publicações e exposições, até à gestão de arquivos, passando pelo levantamento de histórias orais, formação e orientação de trabalhadores, e organização de eventos, The History Factory prova como, também na História, não há limite à criatividade. Nem lugar a conformismos.</p>
<blockquote><p> We don’t believe that status quo is an option. We continue to adapt to meet the changing needs of our clients, creating new solutions and skill sets. But what will never change is our adherence to substance and integrity while pushing boundaries to create the most highly innovative applications of heritage to meet business challenges.</p>
<p style="text-align: right;">Bruce Weindruch, fundador e CEO de The History Factory</p>
</blockquote>
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		<title>Santini: uma marca que reconhece a importância de contar a sua história</title>
		<link>http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/santini-uma-marca-que-reconhece-a-importancia-de-contar-a-sua-historia/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2015 16:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[lux]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[brand]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Santini]]></category>
		<category><![CDATA[storytelling]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando abrimos o site da Santini, além de nos invadir o desejo de saborearmos um gelado da mais célebre gelataria portuguesa, salta-nos aos olhos que estamos diante de uma marca que logo na página inicial nos chama a atenção para a sua história, principiada em 1949. A Santini percebe que, para impressionar o cliente, não só é necessário <a class="more-link" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/santini-uma-marca-que-reconhece-a-importancia-de-contar-a-sua-historia/">Read More ...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" size-medium wp-image-268 aligncenter" src="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/05/51-174x300.jpg" alt="5[1]" width="174" height="300" /></p>
<p>Quando abrimos o site da <a title="Santini" href="http://www.santini.pt/" target="_blank">Santini</a>, além de nos invadir o desejo de saborearmos um gelado da mais célebre gelataria portuguesa, salta-nos aos olhos que estamos diante de uma marca que logo na página inicial nos chama a atenção para a sua história, principiada em 1949. A Santini percebe que, para impressionar o cliente, não só é necessário apostar na qualidade do produto como também é imprescindível contar a origem e evolução da marca. Por isso, quando «clicamos» na página da sua história somos imediatamente levados, como se viajássemos no tempo, para Cascais de finais da década de 40, onde se alojavam refugiados e exilados de grande notabilidade. Através de preciosas fotografias, certamente extraídas do arquivo desta empresa familiar, conseguimos ficar a conhecer a figura carismática do fundador da marca, Attilio Santini, a maquinaria e apetrechos primitivos deste gelado de fabrico artesanal e a abundância de clientes, onde se achava a família real espanhola.</p>
<p>Contando-nos também curiosidades das relações simpáticas com os clientes, a Santini cativa-nos com os seus sabores e as suas memórias, fazendo-nos estar mais próxima dela e inebriados pelo seu espírito, ficando-nos na retina o conselho que o fundador escutava de seu pai: «Filho, sê sempre puro!».</p>
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		<title>Porque quero trabalhar contigo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2015 21:18:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Escolha e trabalho parecem ser, nos dias que correm, conceitos inconciliáveis. Para muitos, a escolha é apenas entre ter um trabalho ou não ter nenhum. E bem sabemos como também são (infelizmente) muitos os empregadores que usam e abusam de tal circunstância. Por outro lado, e quase contraditoriamente, nunca se falou tanto na necessidade de motivar equipas e <a class="more-link" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/porque-quero-trabalhar-contigo/">Read More ...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/04/Botão-Missão-21.jpg"><img class="aligncenter wp-image-186 size-medium" src="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/04/Botão-Missão-21-300x200.jpg" alt="Botão Missão 2" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Escolha e trabalho parecem ser, nos dias que correm, conceitos inconciliáveis. Para muitos, a escolha é apenas entre ter um trabalho ou não ter nenhum. E bem sabemos como também são (infelizmente) muitos os empregadores que usam e abusam de tal circunstância. Por outro lado, e quase contraditoriamente, nunca se falou tanto na necessidade de motivar equipas e de maximizar o potencial dos colaboradores como condições potenciadoras do aumento da produtividade. A conquista de um maior empenho não se reduz apenas a uma questão salarial, ou de horário, ou mesmo de reconhecimento do trabalho individual. O &#8220;gostar do que se faz&#8221; também passa pelo &#8220;gostar de para quem se faz&#8221;, pela identificação com os objectivos da empresa, mas também com o seu percurso, a sua história. Uma empatia possível mediante um conhecimento, ou melhor, um reconhecimento.</p>
<p>Traduzir as conquistas da empresa em formato Excel, com números impressivos e uma linha ascendente num gráfico poderá ser esclarecedor e até arrancar expressões de espanto a parte da audiência. Contudo, dificilmente a arrebatará. Somos humanos, ficamos entusiasmados com as conquistas mas também nos identificamos com os erros, sabemos que todo o percurso se faz de altos e baixos e é na partilha desse caminho não linear que encontramos autenticidade. Portanto, uma forma eficaz de conquistar emocionalmente a adesão a uma meta comum reside na arte da narrativa.</p>
<p>Este é um conceito já plenamente explorado lá fora e, inclusivamente, inspirador da criação de empresas cujos serviços oferecidos se podem resumir a um só: contar histórias.</p>
<p>É o caso da <a title="Stories Incorporated" href="http://storiesincorporated.com/" target="_blank">Stories Incorporated</a>, empresa sediada em Washington que se dedica ao <em>organizational storytelling</em>, aplicando as ferramentas narrativas ao <em>marketing</em>, ao <em>branding</em> e ao processo de recrutamento. Objectivo: conhecer e dar a conhecer a cultura da empresa. De forma criativa, sempre.</p>
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		<title>“pelo amor que têm a Portugal”</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2015 13:47:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[lux]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[concessão da nacionalidade portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[inquisição]]></category>
		<category><![CDATA[judaísmo]]></category>
		<category><![CDATA[sefarditas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por todos os reinos e províncias da Europa está espalhado grande número de mercadores portugueses, homens de grandíssimos cabedais, que trazem em suas mãos a maior parte do comércio e riquezas do Mundo. Todos estes, pelo amor que têm a Portugal, como pátria sua, e a Vossa Majestade, como seu rei natural, estão desejosos de <a class="more-link" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/pelo-amor-que-tem-a-portugal/">Read More ...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><i>Por todos os reinos e províncias da Europa está espalhado grande número de mercadores portugueses</i><i>, homens de grandíssimos cabedais, que trazem em suas mãos a maior parte do comércio e riquezas do Mundo. Todos estes, pelo amor que têm a Portugal, como pátria sua, e a Vossa Majestade, como seu rei natural, estão desejosos de poder tornar para o Reino</i> Padre António Vieira, «Proposta Feita a El-Rei D. João IV» (1643)</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Eram estes mercadores portugueses cristãos-novos (descendentes dos Judeus baptizados à força no tempo de D. Manuel I) que partiam do reino ou por uma questão de negócios, ou para poderem retornar ao judaísmo rabínico, ou para fugirem à perseguição da Inquisição, propositadamente estabelecida em Portugal em 1536 para punir a heresia judaica, visto que quarenta anos antes tinha sido decretada a extinção do judaísmo do reino. E muitas eram as razões para os cristãos-novos, também conhecidos como «Gente da Nação Hebrea» ou «Portugueses da Nação», temerem a Inquisição, pois esta confiscava os bens dos réus, deixando-os na miséria, acusava-os ocultando os nomes dos denunciantes, mutilava-lhes os recursos de defesa, sujeitava-os a torturas caso não confessassem ou não o fizessem cabalmente e até lhes podia aplicar a pena máxima, a morte nas chamas. Dispersos por reinos europeus e suas colónias, os cristãos-novos regressaram ao judaísmo, edificando insignes comunidades, onde preservavam a sua filiação portuguesa, com a conservação do ritual sefardita, da língua e dos apelidos, lampejando no coração de muitos o amor e a saudade de Portugal. Apenas nos começos do séc. XIX, com a debilitação da Inquisição e sua extinção em 1821, é que os Judeus de modo cauteloso começaram a regressar ao reino português, vindo a fundar a actual <a title="Comunidade Israelita de Lisboa" href="http://www.cilisboa.org/" target="_blank">Comunidade Israelita de Lisboa</a>, a qual teve a sua sinagoga inaugurada em 1904 e foi formalmente reconhecida em 1912.</p>
<p style="text-align: left;">Actualmente, o governo português, por Decreto Lei n.º 30-A/2015 (aprovado em Conselho de Ministros a 29/01/2015 e promulgado pelo Presidente da República a 27/02/2015), aprovou a concessão de nacionalidade portuguesa, por naturalidade, a descendentes dos judeus sefarditas. Os meios de prova da descendência judaico-portuguesa podem consistir ou em provas circunstanciais, ou em evidência documentada, ou em prova testemunhal ou pericial, devendo esta última ser fornecida por um especialista em diáspora sefardita.</p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Conta-me histórias</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2015 15:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[lux]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[negócio]]></category>
		<category><![CDATA[storytelling]]></category>

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		<description><![CDATA[  Todos nós gostamos de uma boa história. Mais se for uma boa história bem contada. Serve de mnemónica, levando-nos a associar um objecto, uma pessoa ou mesmo uma marca a uma narrativa. Confere identidade e diferencial. Torna o &#8220;protagonista&#8221; em algo único. Conscientes desta realidade, são cada vez mais as empresas que usam o storytelling <a class="more-link" href="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/conta-me-historias/">Read More ...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a title="Coke Storytelling" href="http://paulstallard.me/2012/09/how-coca-cola-is-building-a-strategy-around-dynamic-storytelling/" target="_blank"><img class="aligncenter wp-image-235 size-medium" src="http://www.luxhistoricalconsulting.com.pt/wp-content/uploads/2015/05/coke-storytelling-300x222.jpg" alt="coke-storytelling" width="300" height="222" /></a></p>
<p>Todos nós gostamos de uma boa história. Mais se for uma boa história bem contada. Serve de mnemónica, levando-nos a associar um objecto, uma pessoa ou mesmo uma marca a uma narrativa. Confere identidade e diferencial. Torna o &#8220;protagonista&#8221; em algo único.</p>
<p>Conscientes desta realidade, são cada vez mais as empresas que usam o storytelling como uma ferramenta para a valorização e promoção do seu produto. Mas não basta contar histórias. É preciso saber que história contar. Dan Newman sublinha-o na revista <a title="How to Tell Your Small-Business Story" href="http://www.entrepreneur.com/article/240357" target="_blank">Entrepreneur</a>:</p>
<blockquote><p>Real storytelling is all about understanding what makes your business unique.</p></blockquote>
<p>Esta unicidade encontra-se naquilo que o negócio construiu até ao momento presente. Em suma, no seu passado, repleto de altos e baixos, de conquistas e desafios. Conhecer essa história e dá-la a conhecer de uma forma cativante poderá ser a chave para a afirmação no mercado.</p>
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